Osteoartrite do joelho: o que é, sintomas, causas e como a fisioterapia pode ajudar a aliviar a dor e melhorar a função
- 23 de jul.
- 12 min de leitura

Dor para subir escadas, dificuldade para levantar-se da cadeira, sensação de rigidez ao acordar e estalos no joelho são sintomas comuns da osteoartrite do joelho, uma das doenças articulares mais frequentes em todo o mundo.
Embora muitas pessoas acreditem que seja apenas uma consequência do envelhecimento, hoje se sabe que diversos fatores contribuem para o desenvolvimento da doença, como:
· excesso de peso;
· fraqueza muscular;
· desalinhamentos dos membros inferiores;
· alterações da pisada;
· lesões anteriores no joelho.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, o tratamento conservador, especialmente por meio da fisioterapia e do exercício físico orientado, consegue reduzir significativamente a dor, melhorar a mobilidade e retardar a progressão da doença.
Neste artigo, você vai entender tudo sobre a osteoartrite no joelho, quais são os sinais, sintomas e como funciona o tratamento por meio da fisioterapia.
O que é a osteoartrite do joelho?
A osteoartrite do joelho, também conhecida como artrose do joelho ou osteoartrose do joelho, é uma doença crônica que afeta toda a articulação. Ela é caracterizada pela degeneração progressiva da cartilagem, alterações no osso subcondral, inflamação da membrana sinovial (sinovite) e comprometimento de estruturas como meniscos, ligamentos e músculos ao redor do joelho. Hoje, ela é considerada uma doença de toda a articulação, e não apenas um simples "desgaste da cartilagem".
Durante muitos anos, acreditava-se que a osteoartrite era uma consequência inevitável do envelhecimento e do uso excessivo da articulação. Entretanto, as pesquisas mais recentes mostram que seu desenvolvimento é resultado da interação entre fatores mecânicos, inflamatórios, metabólicos e biológicos.
Além da idade, aspectos como excesso de peso, fraqueza muscular, desalinhamentos dos membros inferiores, alterações da pisada, lesões anteriores e predisposição genética aumentam o risco de desenvolver a doença.
A osteoartrite é uma das principais causas de dor e incapacidade física em adultos e idosos no mundo. No Brasil, ela representa uma das doenças musculoesqueléticas mais frequentes nos consultórios médicos e de fisioterapia, impactando atividades simples do dia a dia, como caminhar, subir escadas, levantar-se de uma cadeira ou permanecer em pé por longos períodos.
Osteoartrite do joelho vão muito além da dor
Infelizmente, a osteoartrite do joelho não é apenas uma questão de ter dor. A doença pode gerar incapacidade, pois reduz a mobilidade, a independência, a capacidade para trabalhar e, por fim, diminui a qualidade de vida.
A osteoartrite está se tornando cada vez mais comum
Um estudo internacional baseado em dados do Global Burden of Disease mostrou que o número de pessoas com osteoartrite do joelho aumentou de forma expressiva nas últimas décadas e continuará crescendo até pelo menos 2045.
O envelhecimento da população, a obesidade e o aumento da expectativa de vida são os principais responsáveis por essa tendência. Esses dados reforçam a importância do diagnóstico precoce e da adoção de medidas como fortalecimento muscular, controle do peso e atividade física regular para preservar a função do joelho e a qualidade de vida
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O que é uma articulação e para que serve?
A articulação é uma estrutura do sistema musculoesquelético que permite o movimento de dois ossos e os mantêm ligados por meio da cápsula articular. Em outras palavras, a articulação pode ser comparada a dobradiça de uma porta que une a porta ao batente e permite sua abertura e fechamento.
Porém, para que os ossos unidos deslizem adequadamente, a articulação é revestida pela cartilagem articular. Esse tecido amortece o impacto entre os ossos, sendo fundamental para prevenir o desgaste da articulação.
Outro componente importante da articulação é o líquido articular que funciona como uma espécie de lubrificante e reveste o interior da cápsula articular. A articulação também depende de músculos e tendões para realizar os movimentos de deslizes.

Como a osteoartrite do joelho se desenvolve?
Ao longo dos anos, ocorre um desgaste natural na articulação do joelho. Esse desgaste afeta, principalmente, a cartilagem que, como vimos, é fundamental para prevenir o atrito entre os ossos unidos pela articulação.
Com o desgaste, os movimentos da articulação começam a causar um maior atrito entre os ossos. A partir disso, instala-se a osteoartrite.
É muito importante ressaltar que a osteoartrite é uma doença crônica, progressiva e degenerativa. Em muitos casos, há destruição total da cartilagem.
Fatores de Risco da Osteoartrite no Joelho
· Idade
· Sexo feminino
· Obesidade
· Alterações na pisada
· Fraqueza nos grupos musculares responsáveis pelos movimentos dos joelhos
· Lesões anteriores nos joelhos
Qual a relação da obesidade com a osteoartrite do joelho?
A obesidade é um dos principais fatores de risco da osteoartrite do joelho. O mais interessante é que estudos recentes apontaram que não é apenas o excesso de peso que aumenta o risco da doença.
O excesso de peso aumenta a carga sobre os joelhos durante a caminhada, mas seus efeitos vão além da mecânica. A obesidade também favorece um estado de inflamação crônica de baixo grau, que pode acelerar a progressão da osteoartrite.
Por que as mulheres sofrem mais com a osteoartrite do joelho?
Outro dado importante é que após os 50 anos, as mulheres apresentam uma prevalência significativamente maior. Os motivos, segundo estudos, são uma combinação de fatores como:
menopausa;
alterações hormonais;
perda de massa muscular;
maior expectativa de vida.
Osteoartrite do joelho em números
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Sinais e sintomas da osteoartrite no joelho
Os sinais e sintomas da osteoartrite do joelho podem variar conforme o estágio da doença, mas geralmente evoluem de forma lenta e progressiva.
Principais sinais e sintomas
· Dor no joelho durante ou após atividades físicas.
· Dor ao subir ou descer escadas.
· Dor ao levantar-se de uma cadeira ou sofá.
· Dor após permanecer muito tempo em pé.
· Dor que melhora com repouso nas fases iniciais.
· Rigidez ao acordar ou após ficar muito tempo sentado (geralmente dura menos de 30 minutos).
· Sensação de "joelho travado" ou dificuldade para iniciar os movimentos.
· Estalos (crepitação) ao movimentar o joelho.
· Inchaço (edema), principalmente após esforço.
· Sensação de calor na articulação durante períodos de inflamação.
· Redução da amplitude de movimento (dificuldade para dobrar ou esticar completamente o joelho).
· Diminuição da força muscular, especialmente do quadríceps.
· Sensação de instabilidade ou de que o joelho "vai falhar".
· Dificuldade para caminhar longas distâncias.
· Claudicação (andar mancando).
· Dificuldade para agachar, ajoelhar ou permanecer agachado.
· Perda da capacidade para realizar atividades do dia a dia, como carregar compras ou praticar exercícios.
Deformidade do joelho em fases mais avançadas, podendo assumir aspecto em "pernas arqueadas" (varo) ou "joelhos para dentro" (valgo).
Sinais observados pelo profissional de saúde
Além dos sintomas relatados pelo paciente, durante a avaliação o fisioterapeuta ou médico pode identificar:
· Dor à palpação da articulação.
· Crepitação durante o movimento.
· Derrame articular (acúmulo de líquido).
· Limitação da mobilidade.
· Atrofia do músculo quadríceps.
· Alterações da marcha.
· Desalinhamento do membro inferior.
· Diminuição do equilíbrio e da propriocepção.
Quando procurar ajuda – Como funciona o diagnóstico da osteoartrose no joelho
O diagnóstico da osteoartrite do joelho é baseado principalmente na história clínica, no exame físico e, quando necessário, em exames de imagem. Na maioria dos casos, a combinação dos sintomas e da avaliação realizada pelo profissional de saúde já permite levantar uma forte suspeita da doença.
É importante destacar que o diagnóstico não deve ser baseado apenas na radiografia. Muitas pessoas apresentam alterações importantes nos exames e quase não sentem dor, enquanto outras têm sintomas intensos mesmo com alterações discretas. Por isso, o tratamento deve considerar o paciente como um todo, e não apenas o resultado do exame de imagem.
Avaliação clínica
A consulta é o primeiro e mais importante passo para o diagnóstico. O médico ou fisioterapeuta investigará:
· quando a dor começou;
· em quais situações ela aparece ou piora;
· presença de rigidez ao acordar ou após permanecer sentado;
· dificuldade para caminhar, subir escadas ou levantar-se;
· histórico de lesões no joelho;
· nível de atividade física;
· presença de sobrepeso ou obesidade;
· doenças associadas.
Durante o exame físico, também são avaliados:
· amplitude de movimento do joelho;
· força muscular, especialmente do quadríceps e dos músculos do quadril;
· alinhamento dos membros inferiores;
· padrão da marcha;
· presença de inchaço, crepitação (estalos) e instabilidade articular.
Essa avaliação é fundamental para identificar fatores que contribuem para a sobrecarga da articulação e orientar um tratamento individualizado.
Exames de imagem
Quando necessário, alguns exames podem complementar o diagnóstico.
Radiografia
É o exame mais utilizado para confirmar a osteoartrite e avaliar seu grau de comprometimento. Ela pode mostrar:
· redução do espaço entre os ossos da articulação;
· formação de osteófitos ("bicos de papagaio");
· aumento da densidade do osso subcondral;
· deformidades articulares.
Ressonância magnética
Não é solicitada rotineiramente para todos os pacientes. Geralmente é indicada quando existe suspeita de outras lesões, como lesões de menisco, ligamentos, cartilagem ou quando o quadro clínico não é compatível com a radiografia.
A fisioterapia também faz parte do diagnóstico
Além do diagnóstico médico, a avaliação fisioterapêutica desempenha um papel essencial na elaboração do plano de tratamento. O fisioterapeuta analisa fatores que muitas vezes não aparecem nos exames de imagem, mas que influenciam diretamente a dor e a evolução da doença, como:
· alterações da pisada;
· desalinhamento dos joelhos;
· mobilidade do quadril e do tornozelo;
· fraqueza muscular;
· equilíbrio e propriocepção;
· padrão da marcha;
· postura e alinhamento da coluna.
Essas informações permitem identificar a origem da sobrecarga sobre o joelho e direcionar um tratamento mais completo e eficaz.
Importante: a intensidade da dor nem sempre corresponde ao grau de desgaste observado na radiografia. Por isso, o objetivo do tratamento não é apenas "tratar o exame", mas recuperar a função do joelho, reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente por meio de uma abordagem individualizada, baseada em evidências científicas.
Qual o melhor tratamento para a osteoartrite do joelho?
Atualmente, existe um amplo consenso entre as principais diretrizes internacionais de que o tratamento conservador — baseado em educação do paciente, exercícios físicos, fortalecimento muscular, perda de peso quando necessária e fisioterapia — deve ser a primeira escolha para a maioria dos pacientes, proporcionando melhora significativa da dor, da função e da qualidade de vida.
Como a fisioterapia pode ajudar no tratamento da osteoartrite do joelho?
A fisioterapia é considerada um dos principais tratamentos para a osteoartrite do joelho e deve ser iniciada o mais precocemente possível. Diversos estudos científicos demonstram que um programa de reabilitação bem estruturado pode reduzir a dor, melhorar a função da articulação, aumentar a força muscular e retardar a progressão da doença, contribuindo para que muitos pacientes mantenham sua independência e adiem, ou até evitem, a necessidade de cirurgia.
Mais do que tratar o joelho isoladamente, a fisioterapia busca identificar e corrigir os fatores que aumentam a sobrecarga sobre a articulação, como fraqueza muscular, alterações da marcha, desalinhamentos dos membros inferiores e padrões inadequados de movimento.
Os principais objetivos da fisioterapia são:
· Reduzir a dor e a inflamação.
· Melhorar a mobilidade do joelho.
· Recuperar a força muscular.
· Aumentar a estabilidade da articulação.
· Melhorar o equilíbrio e a propriocepção.
· Corrigir alterações biomecânicas.
· Promover uma marcha mais eficiente.
· Permitir que o paciente volte às atividades do dia a dia com mais segurança e qualidade de vida.
Laser ILIB é um aliado no tratamento da osteoartrite do joelho
A dor causada pela osteoartrite do joelho pode ser incapacitante. Por isso, quando o paciente está num quadro muito doloroso, o ideal é adotar medidas para reduzir a dor e a inflamação. A partir da melhora da dor, inicia-se a fase de reabilitação.
Hoje, um dos recursos mais importantes para a melhora da dor e da inflamação é o laser ILIB.
Saiba mais: Se você quer saber o que é o ILIB, como ele funciona e quais são as indicações, leia o artigo completo no site: https://www.walkiriabrunetti.com.br/single-post/indica%C3%A7%C3%B5es-e-contraindica%C3%A7%C3%B5es-do-ilib-o-que-voc%C3%AA-precisa-saber
O fortalecimento muscular é um dos pilares do tratamento
A perda de força muscular, especialmente do quadríceps, é uma das alterações mais frequentes na osteoartrite do joelho. Quando essa musculatura está enfraquecida, o joelho perde parte da sua capacidade de absorver impactos e estabilizar os movimentos, aumentando a sobrecarga sobre a cartilagem.
No entanto, hoje se sabe que fortalecer apenas o quadríceps não é suficiente. A estabilidade do joelho depende do funcionamento integrado de toda a cadeia muscular dos membros inferiores e do tronco. Por isso, o tratamento também inclui exercícios para:
· glúteos;
· músculos do quadril;
· isquiotibiais (posteriores da coxa);
· panturrilhas;
· musculatura do core (abdômen e lombar).
Esse fortalecimento global melhora o alinhamento dos membros inferiores, distribui melhor as cargas durante a caminhada e reduz o estresse sobre a articulação do joelho.
A musculação pode ser uma grande aliada
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a musculação orientada não desgasta o joelho. Quando prescrita de forma individualizada e respeitando os limites de cada paciente, ela é uma das estratégias mais eficazes para aumentar a força muscular, melhorar a estabilidade da articulação e reduzir a dor.
Os exercícios são adaptados conforme o estágio da doença, os sintomas e os objetivos de cada pessoa, com progressão gradual das cargas para garantir segurança e bons resultados.
Exercícios para melhorar o equilíbrio e a marcha
A osteoartrite também compromete a propriocepção, que é a capacidade do corpo de perceber a posição das articulações durante o movimento. Isso aumenta o risco de quedas e favorece padrões de marcha inadequados, que podem agravar a sobrecarga no joelho.
Por isso, o tratamento fisioterapêutico inclui exercícios específicos para:
· equilíbrio;
· coordenação motora;
· estabilidade;
· treino da marcha;
· controle dos movimentos.
Esses exercícios ajudam o paciente a caminhar com mais segurança e eficiência.
Correção da biomecânica e da pisada
Nem toda dor no joelho tem origem apenas na articulação. Alterações na forma de caminhar, desalinhamentos dos membros inferiores, fraqueza dos músculos do quadril e alterações da pisada podem concentrar a carga em determinadas regiões do joelho, acelerando o desgaste.
Durante a avaliação, o fisioterapeuta identifica essas alterações e propõe estratégias para corrigi-las. Em alguns casos, podem ser indicados:
· reeducação da marcha;
· exercícios para controle do alinhamento dos membros inferiores;
· treinamento funcional;
· orientações sobre o calçado mais adequado;
· palmilhas personalizadas, quando realmente indicadas após avaliação biomecânica.
É importante destacar que as palmilhas não são recomendadas para todos os pacientes. Elas fazem parte do tratamento apenas quando existe uma alteração mecânica capaz de justificar sua indicação.
Mobilidade e terapia manual
Em alguns pacientes, a osteoartrite provoca rigidez da articulação e diminuição da mobilidade dos tecidos ao redor do joelho. Nesses casos, técnicas de terapia manual e exercícios de mobilidade podem contribuir para:
· melhorar a amplitude de movimento;
· reduzir a sensação de rigidez;
· facilitar a realização dos exercícios de fortalecimento;
· aumentar o conforto durante as atividades do dia a dia.
Educação também faz parte do tratamento
Um dos aspectos mais importantes da fisioterapia é ensinar o paciente a compreender sua doença. Atualmente, sabe-se que o movimento é um dos principais tratamentos para a osteoartrite, e não algo que deve ser evitado.
Durante o acompanhamento, o fisioterapeuta orienta sobre:
· quais atividades são mais indicadas;
· como adaptar os exercícios de acordo com a dor;
· estratégias para proteger as articulações sem deixar de se movimentar;
· hábitos que ajudam a controlar a progressão da doença.
Essa educação permite que o paciente participe ativamente do tratamento e mantenha os benefícios a longo prazo.
Conclusão
A osteoartrite do joelho é uma doença crônica e multifatorial que vai muito além do desgaste natural da cartilagem. Ela resulta da interação entre fatores como envelhecimento, excesso de peso, fraqueza muscular, alterações biomecânicas, lesões prévias e predisposição genética. Quando não tratada adequadamente, pode comprometer a mobilidade, a independência e a qualidade de vida.
Felizmente, há inúmeros recursos para prevenir a progressão da doença e evitar a necessidade de cirurgias para colocação de próteses.
Hoje, há um amplo consenso científico de que o tratamento conservador, baseado em fisioterapia, fortalecimento muscular, atividade física regular, controle do peso e correção dos fatores que sobrecarregam a articulação, é a abordagem mais eficaz para a maioria dos pacientes.
Quanto mais cedo essas medidas forem iniciadas, maiores são as chances de controlar os sintomas, preservar a função do joelho e retardar a progressão da doença. Além de aliviar a dor, a fisioterapia ajuda o paciente a recuperar a confiança para se movimentar, melhorar a marcha, aumentar a força muscular e retomar as atividades do dia a dia com mais segurança.
Se você sente dor frequente no joelho, dificuldade para caminhar ou percebe que suas atividades estão sendo limitadas, procure uma avaliação especializada. Um plano de tratamento individualizado pode fazer toda a diferença para manter sua mobilidade, sua autonomia e sua qualidade de vida por muitos anos.
Sobre Walkíria Brunetti – Fisioterapeuta - CREFITO 3 10441-F
Walkíria Brunetti é fisioterapeuta, formada pela PUC-Campinas, com mais de 37 anos de atuação na área de Fisioterapia. Possui Mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Também atuou no Departamento de Fisioterapia Neurológica na Frei Universität de Berlin, na Alemanha.
Walkíria é especializada nas seguintes áreas e técnicas:
· Fisioterapia Neurológica Adulto e Infantil
· Fisioterapia Ortopédica
· Pilates
· Reeducação Postural Global (RPG)
· Cadeias Musculares (GDS)
· Liberação Miofascial – Método Stecco e Método Rolfing
· Tratamento da Escoliose – Método Schroth
· Método Neuroevolutivo Bobath
· Integração Sensorial
· Kinesio Taping
A Clínica Walkíria Brunetti – Fisioterapia e Pilates está localizada no Campo Belo, zona sul da cidade de São Paulo. Ligue ou mande uma mensagem para o nosso WhatsApp para mais informações:
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Referências científicas
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